Desafio-te a ficar esta noite
Comigo e o que resta de mim em ti
Para que eu fique a saborear quem era
Os olhos com que me vias
A boca com que me tocavas
E possa ser novo e amar-me egoisticamente
E ser somente anterior primavera
Fazer-me crescer e enraizar-me em ti
Como serpente
Aventureira hera
Que morre mas desenhou tudo aquilo que fica
Eternamente
Ousei partilhar este poema no Poesia Portuguesa.
ResponderEliminarAlgum inconveniente o mesmo será, de imediato, eliminado.
Cumprimentos.
É com todo o gosto que vejo um trabalho divulgado, é mesmo sem qualquer inconveniente! Obrigado
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