sexta-feira, 11 de julho de 2014

Noite

Vivo pelas ruas da noite
Atormentado pelas suas trevas só posso beber
Sentando-me nos degraus da vida fumo, converso, escrevo
Depois de ser noite, depois de ser dia, depois de já não serem horas
Na madrugada onde até os gatos julgam os homens andarem na rua
Já só me resta descansar

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