quarta-feira, 11 de junho de 2014

Dissolvo-me na cama vazia dos sonhos da claridade
Numa escuridão amarelada embalada no sopro das velas
Que se querem apagar e fazer-me cair nas profundezas
Dos sonhos esquecidos do acordar da saudade

Desapareço no negro sem luz
Sobre mantas e mantos de alucinações sem rosto
Que me cumprimentam no rio dos mortos
Deitado na barca da lua, vou sobre a corrente que me conduz
À espera de desaguar

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