terça-feira, 10 de junho de 2014

Tristemente me refugio no estômago do monstro de betão
Subindo e descendo no seu corpo, escadas e elevadores
Caminho de procura das janelas e varandas abertas no meio de tantas que se fecharam em vermelhos tijolos de abandono
Prédios, casas, quartos artificiais, T0s, ter nada, labirintos
Tristemente não consigo sair e só me resta venerar
O monstro que criei, o monstro que me acolheu

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