sábado, 14 de junho de 2014

Deixei-te na sombra do crescer
Na horas mortas da invenção e criação
Para tu me renovares na esperança do fazer
No transe, na paz, na estupfacção
Hoje morro em ti em quanto nome
Morro em ti enquanto história
Para ser apenas um passado cada vez mais distante
Renasces na missão do reverdecer
Para que eu sejá só mais um
Guardado em pó na prateleira
Livro apagado, fui apenas um instante

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