sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Sexta-feira, 1 de Julho de um ano indiferente

A noite começa a correr para dentro das minhas veias em ideias virgens
Pela primeira vez paro, penso, prefiro matutar e maturar
Esta escrita feita de vertigens
De dedos nas mãos de medos para atar e controlar
Guardo todos os pensamentos no velho caderno em ideias sem conexão
Palavras desertam para os espaços brancos que restam nos cantos das folhas
Surgem como palavrões fora do léxico dos sentidos
Para já são imagens de um futuro
Que também só acontecerá num rasgo de uma folha de papel
Para já são somente o prelúdio dos sonhos de uma noite que os olhos ainda não decidiu fechar

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