sexta-feira, 25 de julho de 2014
Porta de casal
A sensação tornou-se clara. Não estranhamente durante a noite apercebo-me do inevitável, o eu que decora, mecanizado, estudado, homem-máquina, saiu de dentro de mim como outra pessoa, diferente do homem que vive, de quem eu sou. Sensação recalcada dos velhos tempos de estudante que voltou a surgir para agora se desvanecer nos sonhos escuros das horas da lua. Parece que amanhã voltaremos a ser dois a acordar na mesma cama, saindo à rua como gémeos de roupa igual...
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