Eles sabem lá o que é perder
E mesmo assim ir
Vencer, apenas na alma
E não ter calma, daí... Lutar!
Contra tudo
Porque tudo não é bom
Tudo é apenas som
Ruído...
Que toda a gente quer acreditar
Mas eu quero combater
E já não apenas com a palavra
Mas com pena de quem lavra rocha
Apenas com pau de semear
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
último
Também partirei
Não sabendo para onde vou
Em asas partidas voo
Sobre casas particulares
Que de abandonadas
Já não se chamam lares
Partirei à descoberta
Porque sempre foi incógnita
A negrura da minha capa
Que me acompanha
Mesmo já não sendo estudante
Continuo a aprender
Por mim e em ti cidade
Como um ser deambulante
Que já não tem idade
Senão para te escrever
Não sabendo para onde vou
Em asas partidas voo
Sobre casas particulares
Que de abandonadas
Já não se chamam lares
Partirei à descoberta
Porque sempre foi incógnita
A negrura da minha capa
Que me acompanha
Mesmo já não sendo estudante
Continuo a aprender
Por mim e em ti cidade
Como um ser deambulante
Que já não tem idade
Senão para te escrever
domingo, 4 de outubro de 2015
Desgovernos
Partidos percentualizados
Em sondagens manipuladas
Todos sistematizados
Em slogans e arruadas
E nós com esperança
Continuamos a ser enganados
Pois o tempo é sempre de tempestades
Sem dar espaço à bonança
Em sondagens manipuladas
Todos sistematizados
Em slogans e arruadas
E nós com esperança
Continuamos a ser enganados
Pois o tempo é sempre de tempestades
Sem dar espaço à bonança
sábado, 3 de outubro de 2015
O poema é que escreve o poeta
Corrompes-me na noite
Num momento tão breve
Agressivamente
Como um poema que se escreve
Sem inspiração
Mas que nos consome
Por ser tão forte
Que quer existir
Reconheces em mim
Um passado que foi só teu
Que esqueceste e volta num olhar
Para provar que é presente
E que será também futuro
Apenas por não ter fim
Num momento tão breve
Agressivamente
Como um poema que se escreve
Sem inspiração
Mas que nos consome
Por ser tão forte
Que quer existir
Reconheces em mim
Um passado que foi só teu
Que esqueceste e volta num olhar
Para provar que é presente
E que será também futuro
Apenas por não ter fim
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